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Centro de Coluna HÉRNIA DE DISCO: FULL ENDOSCOPY  = VÍDEO.   Menos invasiva que laser. Técnica mais avançada do mundo para solucionar hérnias discais resistentes ao...
HÉRNIA DE DISCO:



FULL ENDOSCOPY  = VÍDEO.
 
Menos invasiva que laser.


Técnica mais avançada do mundo para solucionar hérnias discais resistentes ao tratamento conservador. Com sedação e anestesia local é realizado o procedimento, com óticas de alta precisão. O paciente tem alta em 12 horas.
 
TUDO O QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE O VIDEOPROCEDIMENTO!
A medicina evolui a passos largos e, nos dias de hoje, já temos diversas formas de diagnóstico e tratamento que eram simplesmente impensáveis há alguns anos ou mesmo décadas. E, definitivamente, um dos avanços que potencializou os resultados de diversas operações e tornou outros procedimentos possíveis com vídeo!
A realidade atual já deixou esse tipo de tecnologia absolutamente corriqueira nos centros cirúrgicos e os médicos já fazem suas especializações acostumados a manusear e a utilizar os benefícios deste equipamento.
Quer aprender um pouco mais sobre o tema? Então confira o conteúdo que preparamos a seguir:
 
O QUE É VÍDEO?
 
O vídeo, em coluna, está começando, no Brasil.  É uma técnica operatória que faz uso de microcâmeras durante os procedimentos para que o médico possa visualizar o interior do organismo do paciente. Em geral, ela demanda incisões muito menores do que nas técnicas tradicionais, não ultrapassando 1 centímetro, na maioria das vezes.
Desde os primeiros estudos com o vídeo, as vantagens do método foram bastante evidentes, tornando o uso das microcâmeras o padrão ouro nas mais diversas áreas de medicina. Nesse contexto, a destreza dos cirurgiões ganhou uma camada tecnológica que permite reproduzir os movimentos humanos com mais precisão.
 
 
VANTAGENS DO PROCEDIMENTO
 
AMPLIAÇÃO DA IMAGEM
 
Uma das vantagens mais evidentes da técnica de videocirurgia é que o cirurgião tem a possibilidade de ver detalhes do organismo com muito mais clareza e nitidez. Como o equipamento é dotado câmeras, isso torna possível ampliar a imagem, permitindo ter um melhor entendimento de toda a situação do paciente.
 
MENOR RISCO DE INTERCORRÊNCIAS
 
Como os cortes são muito menores e a visualização do cirurgião se torna mais clara, o número de intercorrências na cirurgia tende a ser bastante minimizado. O menor contato com o meio externo, por exemplo, reduz a possibilidade de o operado contrair uma infecção hospitalar.
Como também há menos sangramento durante o procedimento, o organismo fica mais propenso e capaz de se recuperar, tornando o pós-operatório mais rápido.
Entre outras complicações mais graves que podem ser evitadas com o uso do vídeo, podemos citar a menor possibilidade de hemorragias, implicando em menos chances de transfusões e ainda menos dor nos dias seguintes, gerando uma menor precisão de analgésicos e anti-inflamatórios.
 
RESULTADOS ESTÉTICOS MAIS HARMONIOSOS
 
Não dá para negar que a questão estética seja muito importante, embora isso possivelmente não seja a preocupação principal da grande maioria das intervenções cirúrgicas.
Ainda assim, o uso do vídeo é muito positivo, pois ela confere bem mais exatidão dos movimentos e um tamanho limitado aos cortes, criando cicatrizes quase imperceptíveis em boa parte dos casos.

Acupuntura Laser

A radiação a laser de baixa potência proporciona ao paciente os seguintes efeitos terapêuticos:

  • Efeito analgésico e antiinflamatório;
  • Efeito antiedematoso (reduz edema, inchaço) e cicatrizante;
  • Estimula a microcirculação, ocorrido pela liberação da substância histamina ocorrendo melhora no fluxo sangüíneo local.
  • Estímulo ao trofismo celular, com o aumento da produção de ATP, aumenta a velocidade de cicatrização e melhora a mobilidade dos tecidos.
  • Efeito bioquímico com liberação de substancias como histamina, serotonina e a bradicinina com caráter de diminuição de dor.
  • Efeito bioelétrico, efeito regulador das células lesadas revertendo a lesão para seu processo natural.
  • Efeito bioenergético normaliza o contingente energético do paciente;

Forma de aplicação da acupuntura laser

  • Aplicação da acupuntura a laser é realizada nos pontos dolorosos e seus dermatomos com a aplicação rápida e indolor;
  • Efeitos persistem no organismo por até 72 hs;
  • Aplicação realizada sem uso de agulhas;


Forma de realização da terapia manual

Paciente deve ficar:

  • Calmo e relaxado;
  • Usar vestimentas comportáveis ou trabalhar logo após a terapia manual.


Efeito terapeuticos da terapia manual

  • Liberação de tecidos e faciais musculares restritas;
  • Aumento da amplitude de movimento, maior mobilidade ao paciente;
  • Correção da postura por liberação de músculos afetados;
  • Diminuição da dor do paciente resultante do aumento circulatório,
  • Descompressão nervosa ocasionada por aumento da pressão muscular;
  • Alongamento das fibras musculares encurtadas,
  • Ganho e retomada da força,
  • Atenuação dos sintomas de enformigamento, de dor latejante, de câimbras e cansaço muscular;
  • Redução de estrias e trigger-point por melhora no sistema sangüíneo.

Acupuntura Ortopédica

O Centro de Coluna Dr. Rafael R. Lazzari é inteiramente dedicado a uma ampla variedade de patologias da coluna vertebral.

Enquanto o tratamento cirúrgico é reservado a um número muito pequeno de pacientes, o tratamento conservado resolve a grande maioria dos casos. Utiliza-se muito a fisioterapia, os exercícios apropriados, o condicionamento físico e as modificações na rotina de trabalho.

Juntamente com os progressos cirúrgicos surgem novas formas de tratamento. O Centro de Coluna está fazendo uso, em determinados casos, da milenar Acupuntura, um dos métodos que mais conquistou adeptos entre os profissionais de medicina e fisioterapia, principalmente no que diz respeito ao alívio da dor e da LER, pois não possui os efeitos colaterais que o uso prolongado de certos medicamentos causa.

De acordo com a filosofia Chinesa, a Acupuntura é designada para promover uma cura natural e melhorar a função dos órgãos. Esta filosofia indica os vários meridianos ou canais pelos quais se veiculam determinados tipos de energia. A interrupção deste fluxo pode resultar no desenvolvimento de disfunção neurogênicas, podendo refletir com o sintoma de dor. A colocação de agulhas em determinados pontos produz a desobstrução destes canais.

A explicação fisiológica dos efeitos benéficos da acupuntura diz que introdução de agulhas em pontos pré-determinados, ativa o sistema neuro-humoral, facilitando a transmissão de substâncias dentro dos músculos, medula espinhal e cérebro. A liberação destas substâncias químicas é capaz de modular a percepção da sensação de dor.

A acupuntura pode ser usada em uma série de condições de dores agudas e crônicas. Normalmente é melhor usa-la associada com outros métodos de tratamento.

Como em qualquer outro tratamento, a acupuntura tem condições e contra-indicações. As sessões são realizadas em uma sala silenciosa. Dependendo do diagnóstico é que será escolhido o número de agulhas e a localização dos pontos e meridianos. A colocação normalmente não produz desconforto, pois as mesmas são muito finas. Freqüentemente, para se conseguir um melhor resultado, é feita uma estimulação elétrica. Cada sessão, incluindo a colocação das agulhas, leva 30 minutos. Após a aplicação, a pessoa poderá sentir-se relaxada e levemente fatigada, nas próximas horas. Por esta razão, após a sessão, deve-se evitar trabalhos que requeiram grande concentração. Maiores detalhes são repassados ao paciente durante a consulta.

Antes da aplicação, o paciente não deve

  • Ingerir bebidas alcoólicas.
  • Efetuar refeições pesadas.
  • Realizar esforços físicos excessivos.
  • Ficar agitado ou nervoso.

Durante a aplicação o paciente deve

  • Ficar calmo e relaxado.
  • Assumir uma posição solta, confortável (não ficar rígido).
  • Pensar em coisas agradáveis, puras e ter a mente tranqüila.

Após a aplicação, o paciente deve

  • Evitar ter contato com água ou lavar as mãos por um período de 30 minutos.

Aplicação Facetária

Introdução
Bloqueio para-espinhoso é uma técnica Americana na qual, utilizamos anestésico local impedindo que a dor cheque ao cérebro pela via nervosa. Há uma dessensibilização segmentar espinhal com isto diminuição da dor. A corticoterapia facetaria é uma lubrificação de pequenas articulações que provocam dor na coluna. Atenção: Em casos de diabéticos, hipertensos não compensados e gastrite não utilizamos o corticóide.

Técnica
Utilizamos finíssimas agulhas para proporcionar maior conforto ao paciente. Todo procedimento é realizado com anestesia local e guiado com intensificador de imagem de última geração. Este aparelho possibilita alta precisão, em tempo real, do local onde origina a dor.

Contra- indicação
Em mulheres grávidas e alergias a medicação.

Antes da aplicação
Não comer e não beber por 8 horas antes da aplicação.
Receitamos um sedativo para o paciente ficar mais relaxado e tranqüilo

Durante a aplicação
Paciente fica deitado de barriga para baixo, confortavelmente. A região do procedimento é desinfectada. Com finíssimas agulhas é realizado anestesia local da pele e após colocamos o medicamento no local de origem da dor. Não introduzimos medicamentos dentro da coluna e sim no lado.

Número de aplicações
No mínimo 5 sessões com intervalos de 30/40 dias.

Duração do procedimento
De 15 a 20 minutos e logo após paciente liberado

Após a aplicação
Os efeitos colaterais são raros. Você poderá sentir um alívio imediato parcial ou total da dor. A medicação colocada nas articulações demora de 24h a 7 dias para começar fazer efeito. Ele tem o poder de reduzir a inflamação. O medicamento fica agindo várias semanas . O alívio da dor pode durar meses, tempo suficiente para haver uma reeducação postural e cuidados preventivos que possam evitar lesões adicionais na coluna.

Dias da aplicação

  • Terças e quartas- pela manhã.
  • Quintas- pela tarde
  • Sábados-pela manhã.

Bloqueio Pericaudal

É um procedimento, no qual se coloca uma medicação dentro do canal da coluna. É um potente analgésico e antiinflamatório que tem a função de tirar a dor e fazer regredir as lesões dos discos. É semelhante à anestesia que se faz na coluna com a diferença de que o anestésico é colocado em pequena quantidade. Isto é realizado em ambiente apropriado podendo o paciente ter alta no mesmo dia, normalmente após duas horas da aplicação. Sempre ter um acompanhante para que conduza o paciente até sua casa.

Benefícios

Tal procedimento é realizado para diminuir a inflamação que os discos provocam nas raízes nervosas. É muito eficaz nas dores agudas e crônicas da coluna lombar e do nervo ciático. A medicação fica agindo, dentro da coluna, meses. O efeito máximo começa após o terceiro dia do procedimento.

Técnica
1. Será dado um medicamento relaxante uma hora antes do procedimento;
2. O paciente permanecerá acordado durante toda a aplicação;
3. Ficará deitado, de barriga para baixo, em uma mesa especial;
4. Com anestesia local será colocado um medicamento dentro do canal da coluna;
5. Tudo isto levará mais ou menos quinze minutos;
6. Após duas horas poderá ir para casa;
7. No dia seguinte manter os cuidados que o médico recomendou;

Atenção
Ficar em jejum 8 h antes do procedimento ( sem comer e sem beber)

Dia do Bloqueio
Sexta-feira pela manhã.

Hérnia de disco sem cirurgia (Ozonioterapia)

A hérnia de disco se apresenta como um deslocamento da posição posterior do disco vertebral, que comprime a raiz nervosa do nível correspondente, provocando uma dor aguda e crônica que se irradia desde a região lombar até as extremidades inferiores dos músculos e/ou pernas.

Contra esta sistematología dolorosa, a ozonioterapia pode fazer muito, graças a seu poder antiinflamatório respeitando o nervo e a capacidade de unir-se às moléculas de água, determinando uma forma de "desidratação"e depois uma redução das dimensões do “núcleo pulposo” expulsado, ou seja, da hérnia. Na maior parte dos casos, (estatísticas na Itália registram 92%) não há necessidade de operar a hérnia de disco.

A aplicação da mescla de oxigênio-ozônio pode chegar através de dois (2) métodos.

O primeiro se consegue com anestesia local sob controle radiográfico e prevê uma única injeção intradiscal com a qual se atinge diretamente o disco e se injeta a mescla de oxigênio-ozônio.

A aplicação dura cerca de 10 minutos e provoca uma dor muscular a nível focal. Empurrando-se o êmbolo da seringa de modo bem lento, (5 cc por minuto) não causa dor ou desconforto. A dosagem do número de microgramas de ozônio por mililitro (cc) de oxigênio, depende do estado da patologia e das condições do(a) paciente.

Regra geral dosa-se na seguinte proporção: divide-se o peso do paciente por dois (2) e este será o número de microgramas a ser dosado. Um paciente de 80 kg, receberia uma dosagem de 40 micrograms, em 20 ml (cc), que equivale a receber um total 800 microgramas por procedimento.

O segundo método, em contrapartida, prevê uma série de injeções paravertebrais (em geral quatro de 5 cc de gás oxigênio + ozônio por sessão), não diretamente no disco, mas a alguns centímetros de distância e na profundidade dos músculos que revestem a coluna vertebral. Neste caso a terapia pode ser efetuada em ambulatório e tem a duração média de 10 sessões, que durante a primeira semana se efetuam com uma freqüência de duas vezes e sucessivamente uma por semana. A ozonioterapia não tem contra-indicações, é um método pouco invasivo e pouco doloroso que dá bons resultados em 92% dos casos.

Numerosos estudos científicos confirmam a validade da ozonioterapia sobre tudo para a hérnia de disco lombar, e mais recentemente se confirmou positivo o tratamento da hérnia de disco cervical. A terapia também indicada para casos de lumbago crônico, na presença de simples protuberâncias discais, mais ou menos associadas a canais cervicais estenótipos, "restringidos da artrose e em todas aquelas situações de imperfeições da coluna vertebral.

Confirmando o uso terapêutico obtido pela ozonioterapia, é sabido que em alguns países esta aplicação é administrada pelo Sistema Sanitário Nacional, como por exemplo, na Itália.

Fibromialgia Técnica de Tatamento com Bomba de Infusão

Diversas pesquisas e estudos de grupo com pacientes fibromiálgicos revelam que o tripé: medicamento, condicionamento físico e apoio psicológico consiste no melhor tratamento e controle da doença. “Em muitos pacientes, é possível atestar que o controle das crises é muito mais efetivo em pessoas que realizam um tratamento multidisciplinar, com apoio de terapias complementares e de profissionais das áreas da fisioterapia, psicologia, entre outras”, relata o Dr. Rafael Ricardo Lazzari, complementando “o importante é manter corpo e mente sempre em atividade”.

Em casos selecionados , onde as terapias convencionais não surtem efeitos esperados, podemos lançar mão da BOMBA DE INFUSÃO que é um aparelho computadorizado onde colocamos micro-doses de medicamentos, pela veia , com o intuito de modular e minimizar o sofrimento, diz Dr. Rafael Ricardo Lazzari, especialista de Coluna e Tratamentos da Dor.

O que é fibromialgia?

Fibromialgia é uma síndrome comum, na qual a pessoa sente dores por todo o corpo durante longos períodos, com sensibilidade nas articulações, nos músculos, tendões e em outros tecidos moles. Junto com a dor, a fibromialgia também causa fadiga, distúrbios do sono, dores de cabeça, depressão e ansiedade.

De cada 10 pacientes com fibromialgia, sete a nove são mulheres. Não se sabe a razão porque isto acontece. Não parece haver uma relação com hormônios, pois a fibromialgia afeta as mulheres tanto antes quanto depois da menopausa.

A idade de aparecimento da fibromialgia é geralmente entre os 30 e 60 anos. Porém, existem casos em pessoas mais velhas e também em crianças e adolescentes. (2,3)

Causas

As causas da fibromialgia ainda são desconhecidas, mas existem vários fatores que estão frequentemente associados a esta síndrome. Confira:

  • Genética: fibromialgia é muito recorrente em pessoas da mesma família, o que pode ser um indicador de que existem algumas mutações genéticas capazes de causar a síndrome
  • Infecções por vírus e doenças autoimunes também podem estar envolvidas nas causas da fibromialgia
  • Distúrbio do sono, sedentarismo, ansiedade e depressão também podem estar ligados de alguma forma à síndrome
  • Trauma físico ou emocional: a fibromialgia às vezes pode ser desencadeada por um trauma físico, o estresse psicológico também pode desencadear a condição.


Fatores de risco

Os médicos alertam para alguns fatores de risco que facilitam o surgimento de fibromialgia. Confira:

  • Sexo: a síndrome é mais comum em mulheres do que em homens, em especial naquelas entre 20 e 50 anos
  • Histórico familiar: a doença é recorrente entre membros de uma mesma família, indicando que talvez exista algum fator genético envolvido nas suas causas
  • Outros transtornos: se você tem artrite reumatóide ou lúpus é mais provável que você acaba desenvolvendo fibromialgia.


Sintomas de fibromialgia

Confira os principais sintomas da fibromialgia:

  • Dor generalizada: a dor associada à fibromialgia é constantemente descrita como uma dor presente em diversas partes do corpo e que demoram pelo menos três meses para passar
  • Fadiga: pessoas portadores dessa síndrome frequentemente acordam já se sentindo cansadas, mesmo que tenham dormido por muitas horas. O sono também é constantemente interrompido por causa da dor, e muitos pacientes apresentam outros problemas relativos ao sono, a exemplo da apneia, insônia e síndrome das pernas inquietas
  • Dificuldades cognitivas: para os portadores de fibromialgia, é mais difícil se concentrar, prestar atenção e focar em atividades que demandem esforço mental
  • Dor de cabeça recorrente ou enxaqueca clássica, dor pélvica e dor abdominal sem causa identificada (Síndrome do intestino irritável)

Problemas de memória e de concentração

  • Dormência e formigamento nas mãos e nos pés
  • Palpitações
  • Redução na capacidade de se exercitar.


Principais pontos de dor da fibromialgia


As dores de origem emocional atingem principalmente o sistema musculoesquelético do paciente que apresenta fibromialgia e são representadas pelos seguintes pontos dolorosos:

  • Região da coluna cervical
  • Coluna torácica
  • Cotovelos
  • Nádegas
  • Bacia
  • Joelhos.


Fonte: (https://www.minhavida.com.br/saude/temas/fibromialgia)

Hidroterapia

Benefícios

  • Aumenta a capacidade imunológica;
  • Ativa a circulação sanguínea;
  • Inibe os processos inflamatórios;
  • Regula o sistema vegetativo e o hormonal;
  • Tonifica o sistema nervoso;
  • Bom para as doenças do coração;
  • Bom para a depressão e desequilíbrios nervosos;
  • Bom para a recuperação pós-operatória;
  • Bom para o Reumatismo;
  • Bom para a Coluna.

Cirurgia Microinvasiva

Considera-se minimamente invasiva toda a cirurgia que para um mesmo propósito apresenta menor agressão aos tecidos do corpo. As menores incisões geram menores cicatrizes e o tempo de recuperação do pacienteé reduzido. Uma cirurgia minimamente invasiva caracteriza-se por apresentar cortes menores, muito pouco sangramento, menores danos aos músculos e tecidos adjacentes à incisão gerando menos dor, menor tempo de hospitalização, menor incidência de complicações pós-operatórias, recuperação mais rápida e resultados tão bons ou até melhores do que as cirurgias tradicionais. Por estes motivos, a cirurgia minimamente invasiva é uma tendência mundial nas diversas especialidades cirúrgicas da medicina moderna.

Os procedimentos minimamente invasivos da coluna são hoje o que existe de mais avançado em tratamento cirúrgico no mundo. Estas técnicas ganharam destaque na cirurgia de coluna nos últimos 20 anos e mostram-se eficientes, com resultados comprovadamente superiores às cirurgias tradicionais, trazendo maiores benefícios aos pacientes. No Brasil estas técnicas ainda não são totalmente difundidas e existem poucos cirurgiões habilitados a realizá-las.

Os profissionais do IPC realizam as mais modernas técnicas de cirurgia minimamente invasiva da coluna, proporcionando aos nossos pacientes um retorno mais rápido para suas atividades, além do acompanhamento completo desde o diagnóstico até o final do tratamento.

Colete Gessado

O colete gessado tem a função de manter a coluna em uma posição fixa, rígida e bem posicionada.
É usado em casos de fraturas, deformidades e certos tipos de cirurgia.

Cuidados com o gesso

O gesso deve ser mantido sempre seco. Se molhar ele enfraquece e perde a função de segurar a coluna. Pode usar pano úmido para fazer a higiene da pele limpando o quanto puder.

Cuidados com a pele

Limpar a pele, embaixo do gesso, uma vez ao dia. Usar um pano úmido embaixo das extremidades do gesso o mais longe possível. Não usar sabonete, pois o mesmo pode irritar a pele. Sempre secar bem observando as áreas onde o gesso estiver em contato com a pele. Um familiar deverá auxiliar, pois muitas áreas são de difícel alcance para o paciente. Avisar o médico se houver alguma pressão do gesso contra a cutis.

Como cuidar da pele ( 2x ao dia)

Olhar

  • Verificar se a pele não está vermelha ou com ferimentos.
  • Usar um foco para inspecionar embaixo do gesso.
  • Usar espelhos para áreas de difícel acesso.
  • Precionar a pele para rebaixá-la para inspecioná-la melhor.


Sentir

  • Colocar os dedos embaixo do gesso o mais profundo possível para ver se sente alguma alteração da pele.
  • Use os dedos para sentir irregularidades, do gesso, que poderiam causar danos por pressão.


Cheirar

  • Observar odores de determinadas áreas da pele.


Esfregar

  • Passar uma pequena quantidade de álcool na pele, principalmente nas áreas de protuberâncias ósseas para refrescar e fortalecer a pele e prevenir odores.
  • Usar os dedos para massagear, em círculo, as protuberâncias ósseas.


Movimentos

  • Trocar de posição a cada 2 horas.
  • Não deitar somente de um lado. Trocar de posição para melhorar a ventilação embaixo do gesso e diminuir pressões.


Não

  • Não colocar panos nas áreas doloridas. Isto aumentará a pressão.
  • Não usar cremes ou pomadas na pele e em áreas doloridas.
  • Não remover o gesso sem ordem médica.


Como melhorar a coceira

  • Usar secador de cabelo para arejar embaixo do gesso.
  • Usar um bastão com a ponta acolchoada de pano ou algodão para se coçar.
  • Não usar objetos pontiagudos.


Como lavar o cabelo

  • Pode lavar o cabelo pelo menos uma vez por semana. Colocar a cabeça suspensa no bordo da cama e coletar a água num recipiente.Deve proteger o gesso com plástico para não molhar. Sempre manter a cabeça mais baixa que o corpo evitando que escorra água para o colete.


Vestimenta

  • Para facilitar você deve adaptar a roupa ao gesso usando aberturas especiais e velcros. Deverá usar roupas maiores.


Atividades

  • Ao mudar de posição de deitado para sentado e sentado para deitado é importante você rolar para o lado direito ou esquerdo e com ajuda do braço você senta ou deita.
  • É proibido dirigir carro com o aparelho.
  • Nunca descer escadas sozinho.


Sugestões

  • Não entrar no carro pelo meio fio.
  • De preferência usar carros grandes.

Córtico - Denervação Facetária Percutânea

Propósito
É uma injeção com anestésico local associado com corticóide ou álcool que se introduz dentro das pequenas articulações que existem entre as vértebras. Estas articulações facetárias podem tornar-se irritadas e inflamadas causando dor cervical, torácica ou lombar. A introdução de medicamento , dentro destas juntas, é realizada com a intenção de reduzir a inflamação e aliviar a dor. Também é utilizada como meio de diagnosticar a origem da dor.

Contra-indicação
Em mulheres grávidas e alergias a medicação.

Antes da aplicação
Não comer e nem beber 4 horas antes do tratamento. Trazer alguém para levá-lo para casa.

Durante a aplicação
Será colocado em uma mesa especial de barriga para baixo. A região da aplicação é desinfetada. Após é realizado, com anestesia local e sedação com acompanhamento de anestesista, na sala , a introdução de finas agulhas nas articulações vertebrais.É utilizado o intensificador de imagem( raio x especial) para a introdução exata das agulhas nas articulações. Após colocamos a medicação e retiramos a agulha.

Tempo
procedimento é realizado no Hospital e o paciente deverá comparecer no setor de internação 1 hora antes do procedimento. A aplicação demora mais ou menos 30 minutos. Deverá permanecer, na sala de recuperação, por 4 horas.

Após a aplicação
Os efeitos colaterais são raros. Você poderá sentir um alívio imediato parcial ou total da dor. A medicação colocada na articulação demora de 24horas a 7 dias para começar a fazer efeito. Ele tem o poder de reduzir a inflamação. O remédio fica agindo por 6 semanas.O alívio da dor pode durar de 3-6 meses, tempo suficiente para haver uma reeducação postural e cuidados preventivos que possam evitar lesões adicionais na coluna. No dia seguinte poderá reassumir suas funções normais.

Corticoterapia e Denervação Facetária Percutânea

Propósito
É uma injeção com anestésico local associado com corticóide ou álcool que se introduz dentro das pequenas articulações que existem entre as vértebras. Estas articulações facetárias podem tornar-se irritadas e inflamadas causando dor cervical, torácica ou lombar. A introdução de medicamento , dentro destas juntas, é realizada com a intenção de reduzir a inflamação e aliviar a dor. Também é utilizada como meio de diagnosticar a origem da dor.

Contra-indicação
Em mulheres grávidas e alergias a medicação.

Antes da aplicação
Não comer e nem beber 4 horas antes do tratamento. Trazer alguém para levá-lo para casa.

Durante a aplicação
Será colocado em uma mesa especial de barriga para baixo. A região da aplicação é desinfetada. Após é realizado, com anestesia local e sedação com acompanhamento de anestesista, na sala , a introdução de finas agulhas nas articulações vertebrais.É utilizado o intensificador de imagem( raio x especial) para a introdução exata das agulhas nas articulações. Após colocamos a medicação e retiramos a agulha.

Tempo
O procedimento é realizado no Hospital e o paciente deverá comparecer no setor de internação 1 hora antes do procedimento. A aplicação demora mais ou menos 30 minutos. Deverá permanecer, na sala de recuperação, por 4 horas.

Após a aplicação
Os efeitos colaterais são raros. Você poderá sentir um alívio imediato parcial ou total da dor. A medicação colocada na articulação demora de 24horas a 7 dias para começar a fazer efeito. Ele tem o poder de reduzir a inflamação. O remédio fica agindo por 6 semanas.O alívio da dor pode durar de 3-6 meses, tempo suficiente para haver uma reeducação postural e cuidados preventivos que possam evitar lesões adicionais na coluna. No dia seguinte poderá reassumir suas funções normais.

Material usado
Para tal procedimento é utilizado 6 agulhas descartáveis tipo raquidiana para segurança do paciente.

Efeitos Terapêuticos da Acupuntura Laser

A radiação a laser de baixa potência proporciona ao paciente os seguintes efeitos terapêuticos

  • Efeito analgésico e antiinflamatório;
  • Efeito antiedematoso (reduz edema, inchaço) e cicatrizante;
  • Estimula a microcirculação, ocorrido pela liberação da substância histamina ocorrendo melhora no fluxo sangüíneo local.
  • Estímulo ao trofismo celular, com o aumento da produção de ATP, aumenta a velocidade de cicatrização e melhora a mobilidade dos tecidos.
  • Efeito bioquímico com liberação de substancias como histamina, serotonina e a bradicinina com caráter de diminuição de dor.
  • Efeito bioelétrico, efeito regulador das células lesadas revertendo a lesão para seu processo natural.
  • Efeito bioenergético normaliza o contingente energético do paciente;

Forma de aplicação da acupuntura laser

  • Aplicação da acupuntura a laser é realizada nos pontos dolorosos e seus dermatomos com a aplicação rápida e indolor;
  • Efeitos persistem no organismo por até 72 hs;
  • Aplicação realizada sem uso de agulhas;


Forma de realização da terapia manual

  • Paciente deve ficar:
  • Calmo e relaxado;
  • Usar vestimentas comportáveis ou trabalhar logo após a terapia manual.


Efeito terapeuticos da terapia manual

  • Liberação de tecidos e faciais musculares restritas;
  • Aumento da amplitude de movimento, maior mobilidade ao paciente;
  • Correção da postura por liberação de músculos afetados;
  • Diminuição da dor do paciente resultante do aumento circulatório,
  • Descompressão nervosa ocasionada por aumento da pressão muscular;
  • Alongamento das fibras musculares encurtadas,
  • Ganho e retomada da força,
  • Atenuação dos sintomas de enformigamento, de dor latejante, de câimbras e cansaço muscular;
  • Redução de estrias e trigger-point por melhora no sistema sangüíneo.

Farmacologia na Dor Neuropática

Estabilizadores de Membrana

  • Carbamazepina
  • Clonazepan
  • Ácido Valpróico


Antidepressivos

  • Amitriptilina


Neurolépticos

  • Clorpromazina
  • Fluvinazon


Opióides

  • Codeína
  • Morfina
  • Tramadol
  • Fentanil
  • Sulfentanil
  • Nalbufina


Conceitos Novos

  • Neuroplasticidade Central
  • Memória Nociceptiva
  • Fenômeno da bilateralidade
  • Cronobiologia da dor

Halo Craniano

  • O halo craniano tem função de manter a cabeça e o pescoço em uma posição fixa, rígida e bem posicionada.
  • É usado em casos de fraturas, deformidades e certos tipos de cirurgia.


Cuidados com os pinos

  • Limpar o local dos pinos com água oxigenada
  • Remover crostas que formam ao redor dos pinos.
  • Passar Nebacetin pomada ao redor dos pinos.
  • Observar, cada pino diariamente quanto a presença de vermelhidão e drenagem de secreção. O local deve ser conservado sempre limpo.
  • Massagear o local dos pinos, 4 vezes ao dia por 30 minutos, até que a ferida fique bem curada.


Cuidados com o gesso

  • O gesso deve ser mantido sempre seco. Se molhar ele enfraquece e perde a função de segurar a coluna. Pode usar pano úmido para fazer a higiene da pele limpando o quanto puder.


Cuidados com a pele

  • Limpar a pele uma vez ao dia, embaixo das extremidades do gesso, o mais longe possível com um pano úmido.Não usar sabonete, pois o mesmo pode irritar a pele. Sempre secar bem, observando as áreas onde o gesso estiver em contato com a pele. Se o paciente não conseguir limpar a pele nas áreas difíceis, um familiar deverá auxiliá-lo. Avisar o médico se houver alguma pressão do gesso contra a pele.

Como cuidar da pele

Olhar

  • Observar duas vezes ao dia.
  • Verificar se a pele não está vermelha ou com ferimentos.
  • Usar um foco para inspecionar embaixo do gesso.
  • Usar espelhos para áreas de difícil acesso.
  • Pressionar a pele rebaixando-a para inspecionar melhor.


Sentir

  • Colocar os dedos embaixo do gesso o mais profundo possível para ver se sente alguma alteração da pele.
  • Apalpar o gesso com os dedos para sentir irregularidades, que poderiam causar danos por pressão.


Cheirar

  • Observar odores de determinadas áreas da pele.


Limpeza

  • Passar uma pequena quantidade de álcool na pele, principalmente nas áreas de protuberâncias ósseas, para refrescar, fortalecer e prevenir odores na pele.
  • Massagear em círculo com os dedos, as protuberâncias ósseas.


Movimentos

  • Trocar de posição a cada 2 horas, para melhorar a ventilação embaixo do gesso e diminuir pressões.
  • Não deitar somente de um lado.


Não

  • Não colocar panos nas áreas doloridas. Isto aumentará a pressão.
  • Não usar cremes ou pomadas na pele e em áreas doloridas.
  • Não remover o gesso sem ordem médica.


Como melhorar a coceira

  • Usar secador de cabelo para arejar embaixo do gesso.
  • Usar um bastão com a ponta revestida com pano ou algodão para coçar o local.
  • Não usar objetos pontiagudos.


Como lavar o cabelo

  • Lavar o cabelo pelo menos uma vez por semana.
  • Cortar o cabelo ao redor dos pinos, antes de efetuar a lavação.
  • Coloque a cabeça na borda da cama, de maneira que a água escorra num recipiente.
  • Proteger o gesso com plástico para não molhar.
  • Mantenha a cabeça mais baixa que o corpo, evitando que escorra a água para o colete.
  • Secar bem o metal após a lavagem.
  • Fazer o curativo.


Vestimentas

  • Usar roupas maiores, ou adaptá-las usando aberturas especiais.


Atividades

  • Ao mudar de posição de deitado para sentado e sentado para deitado é importante você rolar para o lado direito ou esquerdo e com ajuda do braço você senta ou deita. Esta manobra diminui o stress dos pinos.
  • É proibido dirigir o carro com o espelho.
  • Nunca descer escadas sozinho.


Sugestões

  • Não entrar no carro pelo meio fio.
  • De preferência usar carros grandes.

Informações Preventivas e Ergonômicas

Os 23 mandamentos da coluna

1-Exercícios para conservar os limites de movimentos mais fáceis e indolores e um bom tonus muscular.

2-Quando sentado usar suporte lombar e reclinar o encosto, quando possível.

3-Usar uma cadeira com suporte de braço, quando possível.

4-Quando sentado se movimentar com o banco.Evitar levantar frequentemente.

5-Determinar se a posição fletida( inclinada para frente) ou extendida( inclinada para trás) é melhor para você.Usualmente a posição erecta ou ligeiramente fletida é a escolhida.

6-Usar esta posição caminhando, em pé, sentado e deitado.

7-Quando deitado, durante dor severa, fletir os quadris( junta das coxas) em 90 graus.

8-Tente dormir , no chão, encima de três cobertores durante dor severa.

9-Use uma cama reta e firme.

10-Levantar o peso não curvando a coluna e sim fazendo força com as pernas, e o peso sempre próximo do corpo.

11-Desenvolver a musculatura do tronco fazendo exercícios para as costas e abdomen.Caminhar é um excelente exercício.

12-Cuidado ao abrir e fechar janela.

13-Evitar súbitos aumentos de peso quando levantando ou carregando.

14-Evitar levantar muito peso e atividades maiores.

15-Nadar é geralmente um excelente exercício tanto na fase aguda da dor e na crônica.

16-Evitar obesidade.

17-Sentar na borda da cama ou da mesa para facilitar a troca de roupa.

18-Evitar atividades que provocam dor.

19-Quando em pé, por longo período de tempo, eleve um dos membros em um suporte.

20-Faça amor de lado quando estiver com muito desconforto lombar.

21-Evitar movimentos de flexão e rotação, da coluna, ao mesmo tempo.

22-Contra-indicado viagens longas.

23-Sempre empurrar os objetos e nunca puxar.

Magnetoterapia

  • O campo magnético influenciando os íons existentes na corrente sangüínea melhora a capacidade de oxigenação e a qualidade do sangue.
  • Atua sobre o sistema imunológico aumentando a resistência do organismo contra as doenças.
  • Aciona a troca de polaridade celular, aumenta o limiar da sensibilidade à dor e relaxa o sistema nervoso autônomo.
  • Melhora o vigor físico e mental.
  • Auxilia a regular o funcionamento das glândulas.
  • Contribui para a estabilização do padrão genético da célula.
  • São excelentes as perspectivas de terapia magnética para o homem ter uma vida mais longa e saudável.

Principais benefícios do Infrared

  • Eliminação de toxinas do organismo através da quebra de moléculas de água no corpo humano, com a melhora da resistência e da circulação sangüínea.
  • Renovação celular, redução do ácido láctico e prevenção do envelhecimento precoce, proporcionando uma pele mais bonita e saudável.
  • Alivia as dores da região lombar, problemas da coluna e eficiente nos casos de varizes, cãibras, inchaços e dores de cabeça contínua (enxaqueca).
  • Previne problemas cardíacos, infartos, derrame cerebral e controla a pressão arterial.
  • Eficiente na recuperação de problemas da coluna vertebral, tenções, dores musculares no pescoço e nos ombros, amortecimento das mãos e pés, artrite.
  • Reduz o stress, insônia, cansaço físico e mental. 

Ozonioterapia

Saiba mais sobre o ozônio

Ocorrência natural: o ozônio é um dos gases mais importantes na estratosfera que cerca nosso planeta (em uma altura 10 - 50 quilômetros/6 - 30 milhas). Em uma altura de 20 - 30 quilômetros (12 - 18 milhas), sua concentração máxima é 1 porção O3 por 100.000 porções do ar (10 ppm) e assim é muito maior do que no nível da terra (0.03 - 0.04 ppm).

A camada de ozônio: esta camada protetora de ozônio age como um filtro da energia ultravioleta (UV), altamente destrutiva, que vem do sol, ajudando a manter o equilíbrio biológico em nosso planeta.

O “buraco” de ozônio: um processo químico complicado, causado por gases industriais (contendo os CFCs e outros halogênios) provoca “buracos” na camada de ozônio. Por não haver, então, ozônio suficiente para agir como um filtro, ocorre uma abertura cada vez maior, permitindo que os raios UV (que são capazes de causar câncer da pele e de influenciar processos genéticos) penetrarem sem o resistência.

Alarme do Smog (fumaça + neblina): este temo é derivado das palavras inglesas smoke e fog. Perto da terra, principalmente em grandes cidades, o ozônio acaba sendo produzido a partir dos gases resultante de decomposição ou de combustão (por exemplo escapamento do automóveis e chaminés de fábricas) e da interação de óxidos de enxofre e de nitrogênio, com o oxigênio e a radiação ultravioleta. Pelo fato de podermos medi-lo muito precisamente, o O3 é usado e, conseqüentemente, citado como um indicador para a poluição ambiental, embora não seja absolutamente a causa.

Concentração máxima do worksite (MWC): a concentração máxima permitida no local de trabalho (MWC) para o ozônio é de 200 µg/m ou 0.1 ppm, e não deve ser excedida durante um dia de trabalho de 8 horas e 40 horas por semana, porque o ozônio é capaz de causar danos ao aparelho respiratório e às mucosas. Os valores variam de um país a outro e não são sempre obrigatórios (na Alemanha, por exemplo, este foi transformado como um regulamento legal em 1995 e, agora, é apenas uma recomendação).

Ozônio técnico: o ozônio técnico (TechO3) é uma mistura do ozônio e do ar ambiente, gerada a partir do ar atmosférico, que é usado pelo mundo inteiro, principalmente para a água esterilizada (instalações da cidade) e nos processos químicos de descoloração etc.

Ozonioterapia em Medicina da dor

Indicações principais

Aparelho Locomotor

Artrose, artrite reumatóide e outras artrites auto-imunes, bursites, sinovites, fasciítes, tendinites, tendinoses estenosantes, fibromialgia, mialgias, hérnia de disco1e radiculopatias compressivas, síndrome do canal estreito, síndrome do túnel do carpo e outras neuropatias periféricas compressivas, tratamento local de processos sépticos, síndromes miofasciais, condromalácias, desordens dos ombros, desordens dos joelhos, com ou sem alterações ósseas,ponto gatilho doloroso.

Neurologia
Geriatria cansaço, fadiga crônica, disfunção cognitiva senil e outros estados demenciais, movimentos anormais, cefaléia vascular, cefaléia em salvas, depressão.

Mecanismos de Ação do Ozônio
Ação do ozônio nas doenças articulares- mecanismos segundo Bocci (1998):
Quando o ozônio se dissolve no liquido sinovial, reage com proteínas livre, enzimas, proteoglicanos e condrócitos, podendo produzir.

a) Inativação e inibição da liberação de enzimas proteolíticas e de radicais livres endógenos;
b) Estimulação da produção de condrócitos e fibroblastos, com aumento da síntese de matriz e possivelmente da cartilagem articular;
c) Indução da síntese de enzimas antioxidantes (SOD, GSH-Pxs, e catalase) com resposta adaptativa ao stress oxidativo crônico (e ao ozônio). Inibição da liberação de bradicinina e da sintese de prostaglandinas inflamatórias, com reabsorção do edema e alivio da dor;
e) Um aumento da liberação do receptor solúvel da IL-1, ou de outros receptores solúveis e antagonistas capazes de neutralizar IL-1, IL-8, IL-12, IL-15, e TNF alfa (fator de necrose tumoral alfa), todos possiveis culpados;
f) Liberação de citocinas imunossupressoras como TGF-beta 1 e IL-10, que podem inibir a inflamação (Free Radic Biol Med 1998);
g) TGF-beta 1 modula a expressão de integrinas e estimula a sintese de matrizes proteicas, como colágeno e glicoaminoclicanos, explicando o longo periodo de remissão das dores.

Fisiopatologia das artralgias

  • Adelgaçamento ou destruição da cartilagem articular;
  • Aumento na degradação da matriz cartilaginosa devido às colagenases e proteoglicanases;
  • Aumento significativo na produção de prostaglandinas, IL-1 e TNF.


Ação do Ozônio nas Artralgias

  • Inibição na liberação de enzimas proteolíticas;
  • Estimulação da proliferação de de condrócitos e fibroblastos com aumento na síntese de matriz.


Cartilaginosa

  • Inibição na liberação de bradicinina e prostaglandina inflamatória;
  • Liberação de citocinas imunossupressivas como TGF-?1 e IL-10.


Hérnia de Disco Lombar

  • 2.200 pacientes com dor lombar baixa ou ciática por hérnia discal tratados com injeção intraforaminal de ozônio. Não se observaram para-efeitos, com sucesso em 80% dos pacientes acompanhados durante 5 meses. (J Neuroradiol. 2004);
  • Dois grupos de pacientes com hérnia discal lombar, um recebendo ozonioterapia isolada injetada intradiscal e pré ganglionar(300) e outro grupo com solução de corticóide + Anestésico local associada, injetada periganglionar(300).O grupo ozônio + corticóide obteve 78% de melhora, contra 70% do grupo ozônio isolado. (AJNR Am J Neuroradiol 2003);
  • Técnica indireta no tratamento das mialgias lombares secundarias;
  • Os pontos são correspondentes aos metâmeros da hérnia discal (Bocci 1998).


Efeito da Ozonioterapia na Oxigenação Muscular

  • Produz stress oxidativo transitório, compensado com formação de antioxidantes sanguíneos (upregulation)-(Bocci, 1996; Leon et al. 1998);
  • A liberação de substâncias como adenosina, oxido nítrico e prostaglandinas podem atuar sobre a microcirculação, levando a diminuição da resistência vascular (Giuntta et all 2001);
  • Músculos mal oxigenados, tem aumento em até 50% no pO2 muscular, mantido até 48 Hs após (Clavo et all 2003)

Doenças Reumáticas;

  • Degeneração cartilaginosa e erosão do osso justa-articular parece dever-se principalmente a presença de TNF?(Feldman 2001);
  • O ozônio provoca um aumento do fluxo de O2 nas regiões inflamadas e oxidação de mediadores algogênicos(Riva Sanseverino. 1989);
  • O ozonio, através de seus metabólitos – ROS e LOPs – ativam a enzima superóxido dismutase e catalase, que são antioxidantes endógenos, varredores de radicais superoxidos presentes em processos inflamatórios crônicos e também responsáveis pelos danos teciduais.


Protocolo de Aplicação (Soc. Italiana de Oxigeno-Ozonioterapia)

Indicação
Hérnia de disco lombar

Setting
Ambulatorial

Modalidades
Uma ou duas aplicações semanais, por via intramuscular nos pontos simétricos das massas musculares paravertebrais proximais à localização da hérnia, de oxigênio-ozônio medicinal contendo 10~20 μg/ml de ozônio, em quantidade de ca. 10 cc por ponto, para um total de e 4~10 aplicações em um período de 2~5 semanas.

Critérios de exclusão
intervenção cirúrgica inadiável; presença de hérnia discal definida como “madura” ou “calcificada” ou de estenose pura (exceto os conflitos disco-radiculares);gravidez confirmada ou suspeitada; hipertensão arterial grave descompensada ou outras patologias cardiovasculares graves descompensadas; patologias infecciosas graves; insuficiência renal ou hepática grave; infarto do miocárdio recente; alterações graves e permanentes do metabolismo, em particular diabetes e dislipidemias, mesmo compensadas; anamnese de abuso de álcool, psicofármacos, narcóticos; incapacidade para emitir consentimento informado.

Observações recomendadas
TAC (antes da aplicação, após pelo menos 6 semanas da última aplicação); emprego, dose e posologia de antiflogístico, de eventual miorelaxante, de esteróide oral ou local, de complexo vitamínico B empregados no controle da sintomatologia da hérnia de disco; intensidade e localização da dor obstrutiva; funcionalidade pelo teste de Lasègue; grau de alteração de sensibilidade táctil, reflexos, dor local espontânea e provocada; sinais vitais (pressão arterial sistólica e diastólica, freqüência cardíaca); reações adversas gerais e locais, inclusive aquelas esperadas, como sensação de queimação ou dor no local da aplicação.

Precauções especiais
conduzir a injeção de oxigênio-ozônio sob anestesia geral ou local, como preferível, para cada paciente, tomando as precauções usuais; manter o paciente em repouso, após a injeção, por pelo menos 10~15 minutos, na mesma posição.

Pulsoterapia R.P.G. (Reeducação Postural Global)

Atenção
Esquema de CORTICOTERAPIA para paciente que sofreu lesão RAQUI- MEDULAR de qualquer grau desde leve alteraçào da sensibilidade e motricidade até completa PARALISIA. Iniciar dentro das primeiras 08 horas do acidente. Nunca utilizar se já passou deste período pois está provado que será ineficaz. NÃO há necessidade da corticoterapia em pacientes com fratura de coluna vertebral sem manifestação neurológica segundo a AMERICAN SPINAL INJURY ASSOCIATION. Cuidado em pacientes DIABÉTICOS E HIPERTENSOS.

Pulsoterapia
LESÕES RAQUI-MEDULARES.
Solu-Medrol=Metilprednisolona

  • Diluir em 50cc de S.F ou S.G5% ou S.G.F
  • Aplicar EV continuamente conforme abaixo:
  • 30mg/Kg em Bolus.....................15min e após
  • 5.4mg/Kg/H por 23 horas. Usar o esquema para traumas até 08h do acontecido.

Radiofrequência

Desnervação com radiofreqüência - Radiofreqüência: como ela atua?

Médicos de várias especialidades e principalmente especialistas em Medicina Intervencionista da Dor, utilizam sistemas de radiofreqüência específicos criados com a finalidade de tratar a dor, desta forma é possível aliviar a dor na coluna e outras dores relacionadas aos nervos, pela aplicação da energia da radiofreqüência sobre o tecido nervoso.

A lesão provocada pela radiofreqüência é segura e tem comprovada eficácia no tratamento da dor crônica. A corrente de radiofreqüência contínua é transmitida de um aparelho, conectado por cabo, até a ponta de uma agulha fina que é colocada em contato com o nervo alvo, esta energia desprendida, então produz alterações na condução elétrica e aquecimento controlado de uma pequena parte do nervo, que resulta em bloqueio da passagem dos estímulos dolorosos de uma área específica do corpo humano. 

Este procedimento tem efeito somente sobre as fibras que conduzem a dor das áreas da queixa, deixando todas as funções sensitivas e motoras do nervo abordado, intactas.
A degeneração, artrose e sobrecarga da articulação facetária, que fica na parte posterior da coluna e fixa os corpos vertebrais dos vários níveis, pode causar quadros de dor lombar, dor cervical e cefaléia intensa e às vezes incapacitante. Pode ser tratada com a Desnervação Facetária utilizando Radiofreqüência. A radiofreqüência aplicada diretamente no nervo responsável pela sensação dolorosa originada desta articulação, chamado nervo medial posterior, produz interrupção da dor imediata. Desta forma cada raiz nervosa que emerge da coluna origina um ramo chamado medial posterior que vai inervar a articulação daquele nível e lado, por exemplo se a dor for lombar é necessário aplicar a radiofreqüência nos ramos lombares, se for na região cervical idem.

Tratamento da Hérnia Discal Lombar

Conservador, isto é, não cirúrgico.

Mais de 80% dos casos podemos tratar desta maneira

  • Analgésicos.
  • Anti-inflamatórios.
  • Relaxantes musculares.
  • Fisioterapia.
  • Quiropraxia- manipulação vertebral.
  • Acupuntura.
  • Posturologia.
  • Corticoterapia epidural
  • Terapia perirradicular.
  • Denervação facetária .
  • Quimiopapaína- substância colocada dentro do disco para ser absorvido.
  • Medicina alternativa.
  • Colete
  • Massagem

Cirúrgico - Linha do Tempo

  • Cirurgia de hérnia discal lombar - A primeira cirurgia de hérnia discal lombar, foi realizada em 1936 por Mixter e Barr. Nesta época o paciente ficava quase 30 dias internado.
  • Cirurgia convencional- A incisão é de mais ou menos 8cm e o paciente fica , em média , 4-5 dias internado. É a técnica mais realizada, no Brasil.
  • Microcirurgia com Lupa ou Microscópio- Neste caso a incisão varia de 2-4 cm e o paciente fica de 1-2 dias, internado.
  • Discectomia percutânea automatizada- Esta técnica surgiu em 1973, nos Estados Unidos. A incisão é menor que 1 cm e o paciente vai no mesmo dia para casa. A anestesia é local.
  • Artroscopia espinhal póstero-lateral- Esta técnica surgiu em 1988 na cidade da Filadélfia U.S.A. Também é realizada com anestesia local e o paciente pode ir embora, no mesmo dia e sua recuperação é mais rápida.
    Dr. Rafael R. Lazzari foi um dos pioneiros a introduzir, esta técnica, no Brasil.
  • Micro-vídeo cirurgia- É uma das técnicas mais moderna que existe, na atualidade. Poderá ser usada nos mais variados tipos de hérnias. O paciente fica internado no máximo 1 dia. Dr. Rafael Ricardo Lazzari foi o quinto, no Brasil, a introduzir este procedimento.

Cirurgia com o uso do Laser ou a Radiofreguência- São aparelhos que podem ser usados como complemento para as últimas 3 técnicas acima citadas. O laser, atualmente, não está sendo muito usado.

Todas, as técnicas citadas acima, são realizadas na cidade de Chapecó pelo Dr. Rafael R. Lazzari.

Tratamento Pós-Operatório

O período pós - operatório estende-se do momento em que o paciente deixa a mesa de cirurgia até quando realiza a última consulta de acompanhamento com o cirurgião. Esse período pode ser tão breve quanto 1 semana ou tão longo quanto vários meses. Durante o período pós – operatório, o cuidado de enfermagem é direcionado para o restabelecimento do equilíbrio fisiológico do paciente, para o alívio da dor, para a prevenção das complicações e para o ensino do autocuidado ao paciente.
O cuidado continuado na comunidade, por meio do cuidado domiciliar, das consultas na clínica, das consultas no consultório ou do acompanhamento por telefone, facilita uma recuperação não complicada.

PÓS-OPERATÓRIO IMEDIATO

PÓS-OPERATÓRIO IMEDIATO

Durante a permanência do paciente na unidade de Recuperação Pós – Anestésica, cabe a equipe de enfermagem dispensar os seguintes cuidados:

  • Receber o operado certificar-se do tipo de operação e de anestesia a que foi submetido;
  • Checar, logo na chegada, as condições ventilatórias do paciente assim como a presença e a permeabilidade de cânula orofaríngea ou tubo traqueal;
  • Observar o estado de consciência do paciente e, também, a coloração da pele e das mucosas;
  • Posicionar o paciente no leito, de acordo com a operação e a anestesia.De maneira geral, no pós-operatório imediato deve ser em decúbito lateral. Se for usado o decúbito dorsal, é preciso colocar a cabeça lateralizada, sem travesseiro. Isso evita, em caso de vômito, que ele aspire a secreção, causando séria complicações.
  • Conectar sondas, drenos, cateteres se houver e iniciar o balanço hídrico;
  • Verificar se o curativo cirúrgico apresenta anormalidades, principalmente quanto a hemorragias;
  • Manter o paciente aquecido com cobertores;
  • Controlar infusões venosas, como soros, sangue, etc.;
  • Controlar os sinais vitais, segundo o esquema abaixo, o qual pode variar de acordo com as complicações do paciente;
    a) De 15 em 15 minutos, na 1ª hora após a cirurgia;
    b) De 30 em 30 minutos, de 2ª hora até a 4ª hora após a cirurgia:
    c) De 2 em 2 horas, da 5ª hora até a 24ª hora após a cirurgia;
  • Controlar a diurese;
  • Estimular o paciente a realizar os exercícios respiratórios e de tosse, treinados no pré-operatório, assim que ele estiver em condições;
  • Administrar os medicamentos prescritos;
  • Fazer mudança de decúbito;
  • Fazer anotações na folha de balanço hídrico e na evolução de enfermagem;
  • Comunicar quaisquer alterações observadas ao enfermeiro responsável.
  • A patologia encontrada (malignidade, se o paciente ou a família foi informada).
  • Quaisquer problemas ocorridos na sala d operação que possam influenciar o cuidado pós-operatório (ex., hemorragias extensivas, choque, parada cardíaca).


A URPA é mantida silenciosa, limpa e livre de equipamentos desnecessário, a cor deve ser suave e ter luz indireta. Na unidade precisa ainda estar equipada com suporte de soro, aspirador, aparelho de pressão, termômetro e os materiais e os materiais e equipamentos que forem necessários àquele paciente.

Quando no hospital não possui uma área de Recuperação Pós-Anestésica, todos os cuidados de enfermagem relativa ao pós-operatório imediato são executados na unidade do paciente. Nesses casos ela deve ser preparada para recebe-lo e tratá-lo com toda segurança, quando retornar da operação.
A fase I é a fase de recuperação imediata e exigem cuidados de enfermagem intensivos. A Fase II do cuidado pós-anestésico é reservada para pacientes que exigem menor freqüência de observação e menos cuidado de enfermagem. Na unidade fase II o paciente é preparado para alta domiciliar. Cadeiras reclináveis em vez de macas ou leitos são padrões em muitas unidades na fase II. Os pacientes podem permanecer na unidade URPA fase II por um tempo máximo de 4 a 6 horas ou mínimo de 1 a 2 horas.

PÓS-OPERATÓRIO MEDIATO

PÓS-OPERATÓRIO MEDIATO

  • Controlar os sinais vitais, sendo que a freqüência de verificação do TPR (temperatura, pulso, respiração) e da PA (pressão arterial) varia em função da necessidade do paciente. Normalmente, quando ele está estável, no segundo dia de pós-operatório, a verificação é feita duas vezes ao dia, dando ênfase a temperatura, para detectar eventual infecção;
  • Estimular a deambulação, desde que não haja contra-indicação;
  • Observar o funcionamento intestinal e o volume urinário;
  • Estimular a higiene pessoal
  • Observar o curativo cirúrgico, cujas trocas são feitas, normalmente, pelo cirurgião. Porém, a equipe de enfermagem poderá fazer a troca, quando solicitada, anotando as soluções e medicamentos utilizados no prontuário do paciente, como também a evolução da cicatrização, a presença de secreção, sangue, ect. ;
  • Checar e anotar o funcionamento de sondas, drenos, cateteres e infusões venosas;
  • Administrar os medicamentos prescritos;
  • Auxiliar o paciente na alimentação, observado a aceitação dos alimentos. Habitualmente, começa com dieta líquida, passando depois para pastosa, até tornar-se normal;
  • Orientar a prática de exercícios que ajudem na reabilitação do paciente.

DIFICULDADE RESPIRATÓRIA

DIFICULDADE RESPIRATÓRIA

Além de constituir uma situação de desconforto para o paciente, podendo evoluir para hipóxia.

O principal objetivo, no período pós-operatório imediato, é manter a ventilação pulmonar e, assim, prevenir a hipoxemia (oxigênio reduzido no sangue), e a hipercapnia (excesso de CO2 no sangue). Ambas podem acontecer se as vias aéreas estiverem obstruídas e a ventilação está reduzida (hipoventilação). A enfermeira verifica as prescrições médicas, instala oxigênio suplementar e avalia a freqüência e a profundidade da respiração, a facilidade das respirações, a saturação do oxigênio e os sons respiratório.

Os pacientes que vivenciaram uma anestesia prolongada geralmente estão inconscientes, com todos os músculos relaxados. Esse relaxamento estende-se para os músculos da faringe; portanto, quando o paciente está deitado em posição supina, a mandíbula e a língua caem para trás e as passagens de ar tornam-se obstruídas. Os sinais de oclusão incluem o sufocamento, respirações ruidosas e irregulares e, dentro de minutos, uma coloração azulada, arroxeada (cianose) da pele. Como os movimentos do tórax e do diafragma não indicam necessariamente que o paciente está respirando, isso é assegurado pela colocação da palma da mão sobre a boca e o nariz do paciente para sentir a exalação da respiração.

A dificuldade respiratória também pode resultar da secreção excessiva de muco ou da aspiração do vômito. Virar o paciente para um dos lados ajuda o líquido acumulado a drenar pela lateral da boca.

DOR

DOR

A completa ausência de dor na área da incisão cirúrgica pode não acontecer por algumas semanas, dependendo do local e da natureza da cirurgia. Todavia, a mudança de posição do paciente, o uso de distração aplicação de compressas frias sobre a face e a massagem das costas com uma loção hidratante podem ser úteis temporariamente no alívio do desconforto geral e no sentido de tornar a medicação mais eficaz quando administrada.

Um dos primeiros sintomas do pós-operatório. Gera ansiedade e tensão, além de contribuir para a disfunção respiratória, porque o paciente com dor limita a mobilidade da caixa torácica, diminuindo sua expansão, e favorecendo o acúmulo de secreção.

  • Identificar o local e o tipo da dor. Às vezes, uma simples mudança de posição, um apoio ou mesmo uma conversa esclarecedora melhora a dor, sem necessidade de analgésico;
  • Administrar o analgésico prescrito, se necessário, respeitando o intervalo determinado pelo médico;
  • Registrar as queixas do paciente no seu prontuário, assim como o horário de administração do analgésico.


Muitos pacientes vivenciam algum grau de dor após o procedimento cirúrgico. Muitos fatores psicológicos (motivacional, afetivo, cognitivo e emocional) influenciam a experiência geral de dor do paciente. Os resultados de pesquisa têm levado a uma melhor compreensão de como a percepção, a aprendizagem, a personalidade e os fatores étnicos e culturais, além do ambiente, podem afetar a ansiedade, a depressão e a resposta à dor. O grau e a gravidade da dor pós-operatória e o nível de tolerância do paciente a dor dependem do local da incisão, da natureza do procedimento cirúrgico, da extensão do trauma cirúrgico, do tipo de agente anestésico utilizado e de como o agente foi administrado. A preparação pré-operatória recebida pelo paciente (incluindo informação sobre o que esperar, assim como a tranqüilização e o apoio psicológico) é um fator significativo na diminuição da ansiedade da apreensão e mesmo da dor vivenciada o período pós-operatório.

As razões para estabelecimento do um controle efetivo da dor são muitas. Existe uma correlação bem conhecida entre a freqüência de complicações e a localização da dor. A dor intensa estimula a resposta ao estresse e, adversamente, afeta os sistemas cardíaco e imunológico. Quando os impulsos da dor são transmitidos, a tesão muscular aumenta, assim como a vasoconstrição local. A isquemia na área afetada provoca uma maior estimulação dos receptores da dor. Quando esses impulsos nocivos são transportados para o sistema nervoso central, a atividade simpática torna-se composta, o que aumenta a demanda do miocárdio e o consumo de oxigênio. A pesquisa demonstrou que a insuficiência cardiovascular acontece três vezes mais freqüentemente e a incidência de infecção é cinco vezes maior nas pessoas com precário controle da dor no pós-operatório. A resposta hipotalâmica do estresse é também responsável por um aumento na viscosidade sangüínea e da agregação plaquetária. Isso pode levar a flebotrombose e à embolia pulmonar.

A enfermeira avalia o nível da dor do paciente utilizando uma escala analógica visual ou verbal, e o observa as características da dor. Geralmente, o médico prescreve diferentes medicações ou dosagens para cobrir os vários níveis da dor. A enfermeira deve discutir a opções com o paciente para determinar a melhor medicação. A enfermeira deve avaliar a eficácia do medicamento periodicamente, iniciando 30 minutos após a administração ou tão logo o medicamento esteja sendo administrado por analgesia controlada pelo paciente (ACP).

Tipos de dor

  • Dor aguda: com início súbito, serve de aviso sobre algo errado no corpo. Com duração curta ou um término previsível.
  • Dor crônica: a duração é mal delimitada no tempo e espaço, persistindo sem a presença de lesão ou após sua cura. Ocorrendo perda de sono, trabalho, raciocínio e memória e da relação com a família e o mundo que o cerca.
  • Dor superficial: ocorre quando estruturas superficiais do corpo são afetadas por estímulos dolorosos, descritos por ardência ou pontada.
  • Dor profunda: origina-se nas estruturas mais profundas do organismo como: músculos, tendões, articulações e fáscias.
  • Dor fantasma: ocorre pela persistência da sensação dolorosa. Em casos de amputação de membros o paciente ainda tem sensação de dor no membro.

VÔMITO

VÔMITO

Desconforto bastante comum, que pode ser atribuído ao efeito da anestesia, assim como a deglutição de sangue, muco e saliva, no período de inconsciência. Pode ser também ocasionado pela não-observância do jejum no período pré-operatório.

  • Lateralizar a cabeça do paciente e administrar o antiemético prescrito pelo médico, observando os mesmos cuidados do analgésico. Ao se deixar o paciente em decúbito lateral ou com a cabeça lateralizada, evita-se a aspiração do vômito para os pulmões, o que poderia ocasionar asfixia respiratória e complicações, como a pneumonia;
  • Proceder à lavagem da sonda nasogástrica, se o paciente a estiver usando, pois provavelmente estará obstruída. Também verificar sua posição, que poderá estar imprópria;
  • Fazer a higiene oral do paciente, após cada episódio de vômito, e anotar o número de vezes e a quantidade eliminada a cada vez.


O desconforto gastrointestinal (náuseas, vômitos, soluços) e a retomada da ingestão oral são aspectos importantes tanto para o paciente quanto para a enfermeira. As náuseas e os vômitos são comuns após a anestesia. Eles são mais comuns em mulheres, nos obesos (as células de gordura agem como reservatórios para anestesia), paciente propenso à doença do movimento e pacientes que se submeteram a longos procedimentos cirúrgicos. Outras causas de vômitos pós-operatórios incluem a acumulação de líquido no estômago, a inflação do estômago e a ingestão de alimento e líquido antes de a peristalse retornar.

Os novos agentes anestésicos e os medicamentos antieméticos têm diminuído a incidência das náuseas operatórias, embora a ventilação inadequada durante a anestesia possa aumentar a incidência de vômitos. Quando os vômitos são provavelmente a razão da natureza da cirurgia, a sonda nasogástrica é inserida no pré-operatório e permanece instalada ao longo da cirurgia e no período pós-operatório imediato. Além disso, a sonda nasogástrica pode ser inserida quando o paciente com alimento no estômago necessita de uma cirurgia de emergência.

SEDE

SEDE

Ocorre devido ao uso de analgésicos, medicamentos e perda de líquidos durante o procedimento cirúrgico.

CUIDADOS

  • Umedecer lábios e boca do paciente, até passar o efeito da anestesia.
  • Administrar líquidos por via oral em pequenas quantidades e intervalos curtos.

RETENÇÃO URINÁRIA

RETENÇÃO URINÁRIA

A retenção urinária pode acontecer por causa da anestesia, agentes anticolinérgicos e os opióides que interferem na percepção da bexiga cheia e na urgência de urinar e inibem a capacidade de iniciar a micção e esvaziar a bexiga.

Espera-se que o paciente urine dentro de 8 horas de cirurgia, deve ser avaliado quando o paciente chega a unidade. O paciente de urgência para urinar e não consegue a cateterização não é retardado além de 8 horas, todo o método para encorajar o paciente a urinar devem ser tentados como exemplo aplicar calor local. O catéter é removido quando a bexiga estiver vazia, a enfermeira observa a quantidade de urina eliminada e palpa a área suprapúbica quanto à distensão ou sensibilidade até que o paciente possa urinar espontaneamente.

Alguns pacientes encontram dificuldade em utilizar a comadre ou o compadre, pode ser permitida a cadeira higiênica e em pacientes do sexo masculino é permitido sentar ou permanecer em pé na lateral da cama para usar o compadre, mas, deve ser tomada medida preventiva para o mesmo não caia ou sinta tonteira.

Causas

  • Espasmo do esfíncter por medo ou vergonha
  • Anestesia profunda e de longa duração
  • Cistite aguda pelo uso de sondas
  • Hipertrofia prostática
  • Estenose (estreitamento) uretral
  • Perfuração da uretra por traumatismo
  • Cálculo uretral, vesical ou coágulo
  • Paralisia dos nervos da bexiga por lesão da medula ou compressão por fraturas, tumores.


É importante

  • Observar a quantidade e a freqüência das micções.
  • Valorizar queixas do paciente em relação à dor e ao desconforto no abdome.
  • Atentar para agitação inexplicável.
  • Verificar sob palpação da região a presença de abaulamento suprapúbico e aumento da vontade de urinar.

HIPÓXIA

HIPÓXIA


É a oxigenação deficiente dos tecidos.

Causas

  • Depressão respiratória provocada por anestésicos ou analgésicos em excesso.
  • Obstrução das vias aérea superiores por sangue, secreção, vômito ou queda da língua.
  • Respiração inadequada devido à dor, posição, ansiedade, etc.


Sinais e sintomas

  • Cianose
  • Dispnéia
  • Agitação
  • Sensação de sufocamento


Cuidados

  • Examinar a boca, para verificar se existe algo obstruindo.
  • Aspirar secreções
  • Tracionar a língua e prendê-la com a cânula de Guedel (caso esteja caída para trás)
  • Colocar o paciente em posição adequada.
  • Administrar oxigenoterapia.

HEMORRAGIAS

HEMORRAGIAS

Todo cuidado deve ser tomado para identificar mais precocemente possível, muitas vezes observadas no próprio local da cirurgia.
Classificada como primária ou secundária, sendo os objetivos a prevenção e a supressão do sangramento. Primária aquela que acontece durante a cirurgia e a intermediária ocorre nas primeiras 12 horas de pós-operatório sendo que a secundária ocorre até 24 horas após a cirurgia.

Sua localização pode ser

  • Hemorragia interna: o sangramento se faz para o interior de uma cavidade, exteriorizando-se por meio de orifícios naturais como boca, ânus e ouvido.
  • Hemorragia externa: a localização é visível e o sangue se exterioriza pela área lesionada.
    Uma hemorragia poderá ser considerada leve quando a perda não ultrapassa 10% do volume circulante: moderada a perda chega a 20%ou maciça a perda é superior a 20%.


Cuidados de enfermagem

  • Controle e monitorização dos sinais vitais.
  • Posição adequada.
  • Supressão do sangramento por meio da compressão dos vasos ou tecidos.
  • Sonda vesical ou gástrica.
  • Lavagem gástrica nos casos de hemorragia digestiva.
  • Controle dos medicamentos e soluções administradas.
  • Providenciar coleta de amostra de sangue para exames laboratoriais.
  • Preparar o paciente caso seja submetido a uma nova intervenção cirúrgica de urgência.
  • Auxiliar o médico na realização de procedimento invasivo.

CHOQUE

CHOQUE

É caracterizado como estados de inadequação circulatória grave, relacionada com condições orgânicas e fisiológicas que impossibilita a manutenção de um débito cardíaco capaz de atender às necessidades metabólicas do organismo. Podem ser associadas a grandes hemorragias, infecções, insuficiência cardíaca e alterações neurológicas.

Tipos de choque

  • Hipovolêmico: diminuição acentuada do volume circulante, devido à perda de sangue, plasma ou líquidos corporais.
  • Cardiogênico: deficiência do próprio coração e ele não consegue bombear uma quantidade se sangue suficiente para os órgãos e tecidos.
  • Neurogênico: alteração no sistema nervoso central, que provoca dilatação anormal dos vasos sangüíneos.
  • Obstrutivo: causado por embolia pulmonar, decorrente da liberação de um coágulo que obstrui a artéria pulmonar.
  • Séptico: liberação de toxinas de bactérias na corrente sangüínea.
  • Anafilático: reação do organismo, devido à hipersensibilidade a determinadas substâncias.

O processo de enfermagem deverá considerar o cliente como um todo, deverão se concentrar em ações que visem proteção aos tecidos que mais sofrem com a hipoxemia (diminuição do oxigênio no sangue).

Posição do paciente

  • O paciente deve estar em decúbito dorsal e com os membros inferiores acima do nível da cabeça.
  • Garantir a permeabilidade das vias aéreas.
  • Instituir balanço hídrico rigoroso e diurese horária.
  • Monitorar os sinais vitais.
  • Manter o paciente aquecido, em particular suas extremidades corporais.

PÓS-OPERATÓRIO MEDIATO E TARDIO

PÓS-OPERATÓRIO MEDIATO E TARDIO

Complicações:

Distenção Abdominal
Após a anestesia, os movimentos peristálticos desaparecem demorando a retornar, fazendo com que líquidos e gases se concentre no estômago e intestino.

Causas

  • Imobilidade do paciente no pós-operatório.
  • Alimentação imprópria ao pós-operatório.
  • Traumatismo cirúrgico intestinal no transoperatório.


Sinais e sintomas

  • Abdome aumentado
  • Sensação de plenitude, como se estivesse com o estômago cheio.
  • Dor abdominal.
  • Dificuldade respiratória.


Cuidados

  • Estimular a deambulação.
  • Mudança de decúbito.
  • Incentivar o paciente a alimentar-se de acordo com a prescrição médica, evitando alimentos que fermentem no intestino (couve-flor, repolho, cebola, batata-doce e refrigerantes).
  • Fazer sondagem retal por aproximadamente 20 minutos, para eliminar flatus.
  • Administrar conforme prescrição médica, clisteres ou laxantes.
  • Colocar calor sobre o abdome, se não for contra-indicado.

COMPLICAÇÕES RESPIRATÓRIAS

COMPLICAÇÕES RESPIRATÓRIAS

Atelectasia
É o colapso do lvéolo, determinada pela diminuição da ventilação pulmonar. Pode proporcionar a retenção de secreções mucosas nas vias aéreas.

Cuidados

  • Manutenção da ventilação pulmonar.
  • Aspiração traqueal ou posicionamento adequado do cliente no leito.
  • Estimular a tosse.
  • Incentivar exercícios respiratórios.
  • Nebulização.
  • Estimular o paciente a deambular precoce e intensa variação de decúbito.


Bronquite
É a inflamação das membranas mucosas que revestem a traquéia e a árvore brônquica. Precisamos cuidar e tratar de infecções simples. O diagnóstico é obtido pelo exame físico e exames laboratoriais, destacando a cultura bacteriana do escarro.

Cuidados

  • Favorecer conforto físico e repouso no leito.
  • Tornar possível o aquecimento úmido do tórax, diminuindo a dor.
  • Nebulização.
  • Incentivar a ingestão de líquidos.
  • Encorajar a tosse e realizar exercícios respiratórios.

Pneumonia
Processo inflamatório que acomete o parênquima pulmonar, causado por microrganismos patogênicos.

Pode ser

  • Bacteriana : causada por bactérias
  • Viral : causada por vírus
  • Fúngica: causada por fungos

Sinais e sintomas

  • Febre
  • Dispnéia
  • Taquicardia
  • Tosse com expectoração purulenta ou sanguinolenta
  • Dor torácica
  • Mal-estar


Cuidados

  • Identificar sinais de temperatura, pulso, respiração, dor torácica, dispnéia, tosse anotando no prontuário do paciente.
  • Aspirar secreções.
  • Estimular a deambulação ou movimentação no leito.
  • Estimular a tosse e exercícios respiratórios.
  • Nebulizar, tapotar e promover drenagem postural.

COMPLICAÇÕES VASCULARES

COMPLICAÇÕES VASCULARES

Tromboflebite

Coágulos formados e liberados podem ocasionar a interrupção do fluxo sangüíneo de um órgão vital.

Os pacientes com risco são os ortopédicos, urológicos, de cirurgia geral com idade superior a 40 anos, pacientes de ginecologia, neurocirurgia.

O primeiro sintoma pode ser dor ou a cãimbra na panturrilha, podem ser acompanhados por edema doloroso de toda a perna seguida de febre discreta, calafrios e diaforese.

Cuidados

  • Manter os membros inferiores do paciente enfaixados, inclusive durante a operação.
  • Evitar a compressão de vasos sangüíneos ao posicionar o paciente.
  • Estimular a deambulação precoce.
  • Fazer movimentos de extensão e flexão com os membros inferiores.
  • Manter o uso de meias elásticas ou faixas.
  • Elevar o membro inferior afetado.
  • Administrar anticoagulantes e antiinflamatórios prescritos.
  • Orientar o paciente para fazer repouso.
  • Encorajar o paciente a ingerir líquidos.

A FERIDA CIRÚRGICA

A FERIDA CIRÚRGICA

A criação de uma ferida cirúrgica rompe a integridade da pele e sua função protetora. A infecção no local da cirurgia aumenta o período de internação hospitalar, os custos do cuidado e o risco de maiores complicações.

As feridas são classificadas conforme o grau de contaminação, procedimento cirúrgico, idade, condição nutricional, corpo estranho, diabetes, tabagismo, obesidade, infecções, microorganismos endógenos da mucosa, baixa imunidade, período de hospitalização e a gravidade da doença. Os esforços para prevenir a infecção da ferida são direcionados para a redução desses riscos, visa os cuidados, avaliação, prevenção da contaminação e da infecção antes que as bordas da ferida tenham selado e a promoção da cicatrização.

A cicatrização acontece em três fases: a inflamatória, a proliferativa e a da maturação e por mecanismos que incluem primeira, segunda e terceira intenção.

  • Primeira intenção: feridas criadas assépticas, com mínimo de destruição tissular e fechadas.
  • Segunda intenção (granulação): acontece nas feridas infectadas ou nas quais as bordas não foram aproximadas.
  • Terceira intenção (sutura secundária): utilizada para feridas profundas que não foram suturadas inicialmente ou romperam-se e foram ressuturadas posteriormente, aproximando as duas superfícies de granulação opostas.


Complicações
Infecção: a infecção da ferida pode não estar presente até a alta do paciente (no mínimo 5 dias), acentuando a importância da educação do paciente quanto ao cuidado da ferida.

Causas

  • Operações infectadas.
  • Contaminação durante a operação por germes externos.
  • Contaminação após a operação, provocada pela falta de cuidados.


Sinais e sintomas

  • Febre
  • Mal-estar.
  • Cefaléia.
  • Algia
  • Hiperemia
  • Tumefação
  • Secreção na ferida.


Cuidados

  • Fazer curativos sempre que necessário.
  • Colher a secreção para cultura e antibiograma.
  • Anotar aspecto, quantidade e odor da secreção.
  • Administrar medicação conforme prescrição.
  • Lavar as mãos antes e após os cuidados com o paciente.

DEISCÊNCIA DA FERIDA E EVISCERAÇÃO

DEISCÊNCIA DA FERIDA E EVISCERAÇÃO

Deiscência (rompimento da incisão ou ferida cirúrgica), resulta da abertura das suturas, evisceração (profusão dos conteúdos das feridas) ocorre à separação das bordas da ferida abdominal com saída das vísceras, devido à infecção ou após uma acentuada distensão ou tosse extrema. Também pode ocorrer pela idade elevada, estado nutricional, presença de doença pulmonar, cardiovascular.

Deiscência

Causas

  • Infecção da ferida
  • Rejeição ao fim da sutura
  • Obesidade
  • Desnutrição
  • Doenças como diabete e anemia


Sinais e sintomas

  • Queixa do paciente quanto algo que está “saltando para fora”
  • Escoamento de líquido sanguinolento através da sutura
  • Dor na ferida operatória
  • Separação das bordas da ferida.


Cuidados

  • Fazer curativo oclusivo
  • Usar faixas abdominais


Evisceração

Cuidados

  • Acalmar o paciente
  • Cobrir as vísceras com compressas ou gaze esterilizada, umedecidas em soro fisiológico.
  • Enfaixar o abdome sem comprimir as vísceras
  • Não alimentar o paciente
  • Encaminhá-lo ao Centro cirúrgico assim que for solicitado junto com o prontuário.

CURATIVO

CURATIVO


O objetivo do curativo visa mobilizar a região operada, absorver secreções, evitar contaminação, proteger contra traumas, promover hemostasia, dar conforto ao paciente.

São classificados em secos ou úmidos, quanto à finalidade são simples ou compressivos e quanto ao tipo é aberto ou fechado.

Técnica

  • Lavar as mãos rigorosamente.
  • Selecionar e separa todo o material a ser utilizado
  • Colocar um campo impermeável sob o cliente
  • Lavar as mãos novamente
  • Abrir todo o material estéril necessário e colocar no campo estéril
  • Calçar luva de procedimento
  • Retirar a fita adesiva que fixa o curativo, tendo cuidado para não agredir a pele
  • Molhar a gaze que cobre o curativo, para que solte sem retirar o tecido.
  • Desprezar o curativo antigo em uma lixeira.
  • Desprezar a luva contaminada
  • Fazer a inspeção da ferida
  • Lavar o leito da ferida com jato de soro fisiológico a 0,9%
  • Se houver muita secreção, limpar a ferida com trouxinhas de gaze estéril com movimentos de dentro para fora, nunca passe duas vezes sobre a ferida para evitar contaminação. Siga assim até limpar toda secreção. Se houver dreno deve limpá-lo.
  • Secar em volta da ferida.
  • Secar somente o excesso de soro fisiológico no leito da ferida.
  • Aplicar cobertura recomendada.
  • Colocar gaze estéril.
  • Sempre que possível fechar com atadura fixando com esparadrapo sobre a atadura para não agredir a pele.
  • Desprezar o material descartável em uma lixeira.
  • Registrar o procedimento.

Tratamentos indicados para dor na coluna

Método Conservador: usado em 85% dos casos

  • Analgésicos
  • Antiinflamatórios
  • Relaxante muscular
  • Antidepressivos
  • Fisioterapia
  • Infiltração
  • Bloqueio Para Espinhoso
  • Coletes
  • Corticoterapia epidural
  • Corticoterapia facetaria
  • Aplicação interdiscal
  • Quiropraxia ou manipulação da coluna
  • Quimionucleólise
  • Posturologia
  • Pilates
  • Reeducação da postura global percutânea
  • Denervação facetaria percutânea com fenol ou radiofrequência
  • Terapia perirradicular
  • Mesoterapia
  • Acupuntura
  • Colchão adequado

Método Cirúrgico

  • Convencional
  • Microcirurgia com lupa ou microscópio
  • Microvídeo artroscopia
  • Artroscopia espinhal com anestesia local
  • Quimionucleólise com papaína
  • Radiofrequência
  • Discectomia percutânea automatizada
  • Cirurgia com o uso do Laser