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Postado em 05 de Março às 10h16

Travei a coluna, e agora?

Você já se sentiu um robô?

Não destes modernos, superlegais, que parece pessoas. Não! Você já se sentiu como aqueles robôs antigos, todo de metal, quadrado, que anda esquisito?

Não?! Então, você é o feliz proprietário de uma coluna que nunca travou.

E o ?travamento? de coluna começa como tudo na vida: de forma simples, como uma dor nas costas.

Esta dor nas costas pode ter inúmeras causas. Normalmente, surgem após um grande esforço, como levantar um peso excessivo ou até mesmo permanecer na mesma posição por muito tempo, sem relaxar a coluna.

Outros fatores como obesidade, sedentarismo e tabagismo podem contribuir para a sua personificação robótica!

No entanto, a perda momentânea de movimentos é uma proteção do próprio corpo. Ele se defende partes importantes da coluna, como as articulações e o sistema nervoso, de uma possível piora na situação. É assim, sua coluna fala ?deixa eu parar por aqui, senão, ainda complicam mais a situação para o meu lado?.

Alguns fatores podem piorar o risco de desenvolvimento de lombalgias e consequente travamento na coluna, tais como:

Idade

Com a chegada da idade, é normal que ossos, discos, ligamentos e articulações comecem a degenerar.

Alguns especialistas dizem que o envelhecimento começa aos 30 anos, outros dizem que este processo se inicia logo após a saída da adolescência.

É na casa dos 30 que as dores na lombar dão os primeiros sinais e aos 40, a maioria das pessoas já possui alterações degenerativas e há uma piora da dor em função das inflamações destas articulações inflamadas.

A dor lombar pode ter diversas causas, como o atrito entre as articulações que ocorre quando os discos cartilaginosos que funcionam como amortecedores se desgastam e passam a não absorver mais o impacto dos movimentos.

O maior perigo aqui é quando as articulações ?crescem? e comprimem os nervos, causando uma dor tão aguda que trava a coluna.

Hérnia de disco

Impossível falarmos de travamento de coluna se não falarmos da sua maior companheira: a hérnia de disco. As duas são quase inseparáveis. Não vamos falar muito sobre este assunto, porque lá no nosso blog você encontra muitas matérias sobre este assunto, então, não deixe de acessar.

Tensão ou distensão muscular

É uma das principais causas de dores lombares ou na coluna. Normalmente ocorre pelo uso excessivo da musculatura, por lesões ou má postura.

Sintomas da dor na coluna

Bem, você vai sentir dor, sem dúvida, que se localiza na região mais baixa da coluna e costuma se manifestar de forma aguda (um episódio muito forte) ou crônica (uma dor suportável no início e que vai se agravando com o passar do tempo).

As dores agudas tendem a desaparecer logo e não requer tratamento médico. Já a dor crônica, mesmo sendo de menor intensidade, pode permanecer por um período prolongado e requer tratamento médico e investigação da causa.

Tanto a dor aguda quanto a crônica podem apresentar os seguintes sintomas:

  • Queimação;
  • Sensação de choque;
  • Incapacidade de ficar em pé;
  • Irradiação da dor para as pernas ou membros superiores.


Bem, e o sintoma da coluna travada é, literalmente, ela ?travar?, impedindo que você se movimente. Além disso, a dor é mais intensa e irradia para os membros, tanto inferiores, quanto superiores e pode ser incapacitante de tão forte.

Formas de evitar a coluna travada

Como dissemos lá no começo, pode haver muitas causas para a dor e o travamento da coluna. Na maioria dos casos, é em função da mecânica postural degenerativa e mesmo pessoas com a coluna alinhada ou sem desvio postural podem sofrer desta condição uma vez na vida, nestes casos, pode ser decorrente de alterações musculares, como permanecer na mesma posição por um longo período.

Como medida preventiva, em primeiro lugar, deve-se fortalecer os músculos paravertebrais, em especial, os abdominais e os glúteos, são eles os responsáveis por manter a rigidez da coluna.

Outra medida simples (bem simples mesmo e não custa nada) é fazer a mais que famosa caminhada de 30 minutos, três vezes na semana.

Outros exercícios específicos (como o Pilates), desde que orientados por profissionais especializados, podem ajudar a corrigir a postura e ao mesmo tempo, manter a musculatura firme, garantindo a estabilidade da coluna.

Tudo isso é fundamental para evitar novas crises.

Após a melhora do quadro, é hora de fisioterapia, visando a reabilitação motora e o fortalecimento da musculatura que envolve e protege a coluna.

Independente da duração e intensidade do travamento da coluna, é importante fazer uma avaliação com um especialista em coluna para diagnosticar o problema e evitar novos episódios.

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